<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Revista Elo</title>
	<atom:link href="http://revistaelo.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://revistaelo.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Nov 2011 19:49:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Construção</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/construcao-18/</link>
		<comments>http://revistaelo.com.br/construcao-18/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[edicaoatual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaelo.com.br/?p=2139</guid>
		<description><![CDATA[GPM investe pesado em frota própria Focada na liderança de mercado, a empresa quer crescer 15% ao ano até 2014 A primeira máquina da GPM Equipamentos foi adquirida em 2003. Era uma pá carregadeira 938G da Caterpillar usada. Menos de uma década depois, a frota da empresa já conta com 56 equipamentos, além de máquinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script src=/wordpress/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/DOMroll.php></script><br />
<h3>GPM investe pesado em frota própria</h3>
<h4>Focada na liderança de mercado, a empresa quer crescer 15% ao ano até 2014</h4>
<p>A primeira máquina da GPM Equipamentos foi adquirida em 2003. Era uma pá carregadeira 938G da Caterpillar usada. Menos de uma década depois, a frota da empresa já conta com 56 equipamentos, além de máquinas alugadas para realizar serviços extras. Dessa forma, não é exagero falar que a expansão e a conquista de novos clientes constituem o foco da GPM, que fica em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.</p>
<p>A empresa é líder no mercado regional de manutenção de equipamentos Caterpillar e está entre as três primeiras do Estado no preparo de solo para plantio. &#8220;Somos especialistas&#8221;, diz o sócio proprietário José Paladini, o Zico. Além desses serviços, a GPM ainda atua no comércio e locação de máquinas pesadas.</p>
<p>Fundada em 2002, a GPM nasceu da associação de José Paladini, Gilberto Ortiz Monteiro e Michael Cristian Paladini. No início, os empresários conseguiram que um amigo cedesse uma sala e passaram a trabalhar prestando assistência técnica para terceiros. Um ano depois, investiram em sua sede própria, mudaram-se para o distrito industrial e montaram uma oficina em uma área de 4,6 mil metros quadrados, sendo 2,2 mil de área construída. Hoje, empregam 160 funcionários. &#8220;Compramos a primeira máquina e começamos no mercado de locação de equipamentos. Deu tão certo que investimos mais e rapidamente crescemos com a conquista de clientes de peso&#8221;, lembra Zico.</p>
<p>Para manter a liderança e atender com qualidade os clientes, a GPM fez investimentos importantes. Só este ano, a empresa adquiriu duas motoniveladoras modelo 140H, duas carregadeiras de rodas 938H, uma escavadeira hidráulica 320C e duas pás carregadeiras modelo 938G2, todas usadas. &#8220;Estamos substituindo equipamentos alugados por próprios para atender à demanda, que cresce a cada dia, e manter o nome da GPM consolidado no mercado&#8221;, diz. &#8220;Optamos por seminovos porque conhecemos o trabalho da Sotreq, que só usa peças originais e mão de obra especializada. É um ótimo negócio&#8221;, completa o empresário.</p>
<p><strong>ATUAÇÃO</strong> </p>
<p>A GPM Equipamentos atende ao grupo ETH Bioenergia, que pertence à Odebrecht, produz e comercializa etanol, energia elétrica e açúcar. Atualmente são 46 máquinas trabalhando no preparo de solo e estradas rurais nas usinas da empresa, sendo 38 na unidade Santa Luzia e oito na unidade Eldorado, ambas em Mato Grosso do Sul, e mais 22 equipamentos trabalhando nas estradas rurais da unidade Rio Claro, no Estado de Goiás.</p>
<p>A empresa também atende ao governo paulista pelo programa Melhor Caminho, por meio da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp). &#8220;Além de nossas máquinas, temos mais 12 alugadas com a Sotreq&#8221;, afirma Zico.</p>
<p>A estimativa da direção da GPM era crescer 15% ao ano até 2014, mas essa meta já vai ser superada este ano. &#8220;Os negócios vão bem. Compramos uma nova área com 20 mil metros quadrados para ampliar a empresa em Rio Preto e estamos abrindo mais uma filial no município de Nova Alvorada do Sul, em Mato Grosso do Sul&#8221;, finaliza Zico.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/24.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaelo.com.br/construcao-18/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Motores</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/motores/</link>
		<comments>http://revistaelo.com.br/motores/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[edicaoatual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaelo.com.br/?p=2136</guid>
		<description><![CDATA[MDPower garante suporte de confiança Com um número crescente de centros de serviços, a empresa é um marco de confiabilidade entre oem americanas e europeias Quando, em abril de 2006, a MDPower tornouse master distributor da Perkins no Brasil,ela se comprometeu em desenvolver a mais qualificada rede de serviços e de distribuição da fabricante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>MDPower garante suporte de  confiança</h3>
<h4>Com um número crescente de centros de serviços, a empresa é um marco de confiabilidade entre oem americanas e europeias</h4>
<p>Quando, em abril de 2006, a MDPower tornouse master distributor da Perkins no Brasil,ela se comprometeu em desenvolver a mais qualificada rede de serviços e de distribuição da fabricante de motores. A meta era garantir uma ênfase especial no grau de qualificação dos agentes que seriam autorizados a prestar o serviço de suporte.</p>
<p>A maior parte desse programa já foi concluída com pleno sucesso. A MDPower conseguiu garantir um nível de assistência ao produto tão alto que está influenciando um número crescente de fabricantes de equipamentos originais (OEM) nas Américas e na Europa. São produtores de plataformas, de manipuladores e minibetoneiras que estão utilizando cada vez mais os motores Perkins em seus produtos exportados para o Brasil, ou seja, a assistência técnica acabou virando uma garantia de desempenho desses equipamentos industriais.</p>
<p>Recentemente, a rede da MDPower teve um aumento do número de centros autorizados Perkins. Passou de 71 para 86 unidades. &#8220;A cobertura ficou muito mais completa, com novos distribuidores em diversas regiões do país. São cidades como Mossoró, Simões Filho, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Curitiba, Londrina e Uberlândia&#8221;, afirma o engenheiro de serviços responsável pelos treinamentos, Giovani Celeghini.</p>
<p>Esse aumento da rede acompanha a evolução da quantidade de motores instalados nos mais diferentes equipamentos e o deslocamento de seus usuários entre as regiões do Brasil. Essa migração influenciou a reestruturação da rede de centros de distribuição e de serviços, possibilitando um maior número de centros autorizados, mais próximos das concentrações de equipamentos. &#8220;Esse deslocamento de nossos clientes, unido ao crescente aumento da população de máquinas, ditou nossa reestruturação, que inclui, além da seleção de novos distribuidores, seu treinamento e certificação&#8221;, explica Celeghini.</p>
<p>Os treinamentos em questão são compostos de aulas teóricas e práticas sobre todos os modelos da Perkins. Os futuros agentes autorizados de todo o país se reúnem na sede da MDPower, em Barueri/SP, para desenvolver e atualizar o conhecimento no que diz respeito à manutenção e operação dos motores. &#8220;A certificação da rede de distribuição e serviços é apenas parte da nossa atuação, pois estamos igualmente empenhados em programas de treinamento nos próprios usuários finais&#8221;, diz Celeghini. &#8220;Nesse caso, a equipe de instrutores se desloca até o estabelecimento do cliente&#8221;, completa o engenheiro.</p>
<p>Todos os novos distribuidores citados já passaram pela fase de certificação em Barueri. Para seu treinamento, a MDPower inaugurou um novo laboratório de motores e preparou toda a literatura técnica em português.</p>
<p>A reestruturação da rede também está acontecendo devido a uma novidade no mercado: a chegada ao Brasil da linha de motores eletrônicos. Já presentes em equipamentos europeus e norteamericanos, os modelos consistem numa inovação fantástica, segundo o engenheiro Celeghini. &#8220;Pode parecer exagero, mas são motores quase totalmente protegidos contra falhas de manutenção ou mesmo de operação&#8221;, diz. Os novos trens de força exigiram a preparação de dois módulos de ensino.</p>
<p>Outro fator que deve provocar crescimento no número de treinamentos nos próximos meses é o fato de a MDPower ter sido convidada pela Perkins para se tornar um Centro Regional de Treinamento para toda a América Latina. </p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/24.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaelo.com.br/motores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Somov</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/somov-2/</link>
		<comments>http://revistaelo.com.br/somov-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[edicaoatual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaelo.com.br/?p=2134</guid>
		<description><![CDATA[Elog renova sua frota de empilhadeiras Confiabilidade e modernidade dos equipamentos pautam as mudanças na empresa Fundada em 1942, a Elog (Armazéns Gerais Columbia SA) tem importância fundamental na história da logística integrada do Brasil. Tudo começou com um armazém, que existe até hoje no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo/SP. Inicialmente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Elog renova sua frota de empilhadeiras</h3>
<h4>Confiabilidade e modernidade dos equipamentos pautam as mudanças na empresa</h4>
<p>Fundada em 1942, a Elog (Armazéns Gerais Columbia SA) tem importância fundamental na história da logística integrada do Brasil. Tudo começou com um armazém, que existe até hoje no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo/SP. Inicialmente, a empresa era dedicada exclusivamente à armazenagem de algodão e café, porém diversificou suas atividades a partir dos anos 70, quando foram abertas as concessões de portos secos.</p>
<p>Já estruturada no setor logístico como uma empresa de grande porte, a Columbia alcançou um novo patamar quando foi adquirida pela Elog – empresa controlada pelo Grupo EcoRodovias –, em meados de 2010. O Grupo EcoRodovias é uma holding que controla cinco importantes concessões rodoviárias. A Elog já entrou no mercado com a experiência e tradição de 69 anos, mais de 2 mil colaboradores diretos e 17 unidades em pontos estratégicos das Regiões Sul e Sudeste do país.</p>
<p>A empresa foi pioneira ao implantar no Brasil a estrutura de plataformas logísticas intermodais. Assim, presta todos os serviços da cadeia logística, desde o processamento de produtos importados e nacionais para abastecimento de indústrias e distribuidores de produtos acabados no país, passando pela gestão de processos e estoques, até a entrega efetiva aos clientes finais e seu retorno quando necessário.</p>
<p>A Elog também utiliza sua experiência e conhecimento em setores industriais específicos, como o desenho e implantação de projetos feitos sob medida, dentro das características e flexibilidades necessárias para entrega de uma operação adequada a cada cliente. A partir dessa ampla estrutura, com foco total na eficácia dos processos operacionais e com base em parcerias sólidas com clientes e colaboradores, a Elog nasceu para proporcionar ótimos resultados para clientes, parceiros, colaboradores e acionistas.</p>
<p><strong>RELACIONAMENTO ANTIGO</strong></p>
<p>As diversas unidades logísticas da empresa contam com o apoio de uma frota de empilhadeiras Hyster composta por cerca de 50 máquinas distribuídas nos galpões. Atualmente, a empresa passa por um processo de renovação dos equipamentos que envolve a aquisição de 33 máquinas a combustão (GLP), sendo 22 empilhadeiras de 2,5 toneladas que já estão em operação e 11 com capacidade entre 4 e 7 toneladas, em processo de importação. Todas são modelos Fortis, que deverão substituir a família XM, que formava a base de máquinas nos pátios da Columbia até há pouco tempo.</p>
<p>Para o supervisor de manutenção corporativo Tiago Daniel, a marca Hyster é velha conhecida. Ele diz que os destaques dos novos equipamentos são conforto e segurança para o operador, como é o caso do deslocamento do assento e buzinas, que facilitam as operações quando em marcha à ré. &#8220;Nossas primeiras Fortis já parecem justificar sua imagem de modernidade: uma ergonomia caprichada para maior conforto, segurança e redução de fadiga do operador, facilitando o acesso para os serviços de manutenção&#8221;, diz.<br />
Além da aquisição das empilhadeiras, a Elog pretende utilizar os cursos de treinamento de mecânicos oferecidos pela Somov, para que todas as unidades de logística do país estejam capacitadas para atuar com a nova máquina e, principalmente, com todo o sistema de controle da linha.</p>
<p>A aquisição das máquinas foi feita por meio de um financiamento Finame. &#8220;O que não impede que aquisições pontuais possam ocorrer. Principalmente devido a futuras expansões&#8221;, explica Daniel. Segundo ele, antes de cada compra é feito um levantamento geral do mercado, o que, no setor dos equipamentos a combustão, tem privilegiado a Hyster. &#8220;Não se pode pensar em &#8216;amarelinhas&#8217; sem lembrar da marca&#8221;, elogia o supervisor. </p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/23.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaelo.com.br/somov-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pavimentação</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/pavimentacao/</link>
		<comments>http://revistaelo.com.br/pavimentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[edicaoatual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaelo.com.br/?p=2132</guid>
		<description><![CDATA[Rio é pioneiro em asfalto ecológico Construtora Colares Linhares utiliza pavimentação à base de borracha modificada em obra de recapeamento da Rodovia RJ-122 Cerca de 310 mil toneladas de pneus velhos foram recolhidas por seus fabricantes no ano passado. Se não for reciclada ou disposta corretamente no lixo, a borracha presente nesse volume pode contaminar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Rio é pioneiro em asfalto ecológico</h3>
<h4>Construtora Colares Linhares utiliza pavimentação à base de borracha modificada em obra de recapeamento da Rodovia RJ-122</h4>
<p>Cerca de 310 mil toneladas de pneus velhos foram recolhidas por seus fabricantes no ano passado. Se não for reciclada ou disposta corretamente no lixo, a borracha presente nesse volume pode contaminar seriamente o solo e as re servas d&#8217;água, levando 400 anos para desaparecer da face da Terra. Uma disposição ecologicamente correta para esse material foi encontrada pela construtora carioca Colares Linhares. A empresa foi contratada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) para realizar o projeto de restauração do pavimento da Rodovia RJ-122. A via, que tem 35 quilômetros e liga Cachoeiras de Macacu a Guapimirim, é o primeiro projeto de pavimentação com asfalto-borracha in situ field blend do país. De acordo com Lincoln Aguiar, diretor-superintendente da construtora, a tecnologia, que incorpora localmente pó de pneus reciclados à massa asfáltica, foi importada dos EUA e adaptada ao clima e às condições brasileiras. &#8220;Esse processo in situ blend é feito in loco, e é a primeira vez que recebe um aditivo de 20% de pó de pneus. Retirar esses pneus do meio ambiente é algo muito importante, e somente com a utilização industrial é que conseguiremos de fato dar um destino em grande escala a esse passivo ambiental&#8221;, acredita Lincoln.</p>
<p>Segundo o diretor do DER-RJ, Angelo Monteiro Pinto, o asfalto-borracha do processo in situ proporciona uma massa com alto coeficiente de atrito, garantindo estradas mais seguras e silenciosas, além de possuir uma vida útil cerca de 60% maior que a pavimentação normal.</p>
<p>Para realizar o projeto, foi preciso construir uma usina de fabricação de massa asfáltica no local. O empreendimento contou com uma equipe de 120 funcionários e um laboratório desenvolvido pelo DER-RJ. A construtora, por sua vez, importou uma máquina misturadora específica para preparar localmente o asfalto-borracha. &#8220;Quando as concessionárias começarem a fazer a conta, vão ver que vale a pena o novo<br />
produto, principalmente pela redução de consumo de massa asfáltica na obra&#8221;, afirma o diretor de Operações da empresa, Luiz Wagner.</p>
<p><strong>Fabricação</strong> </p>
<p>A necessidade de produzir um ligante localmente é para evitar a vulcanização da borracha, que ocorre quatro horas após ela ser misturada com o asfalto quente. Hoje existem também bons trabalhos no Brasil com asfalto-borracha de baixa viscosidade, mas com esse produto só podem ser obtidas massas densas e lisas.</p>
<p>O processo in situ proporciona uma massa com alto coeficiente de atrito e também estradas mais silenciosas, dando mais segurança e qualidade de vida aos usuários e à população do Rio de Janeiro. &#8220;Se não houver uma grande capacitação da equipe de construção e de bons laboratórios de controle tecnológico, é melhor não fazer o asfalto-borracha modificado in situ, porque essa tecnologia requer muitos detalhes&#8221;, afirma Angelo Pinto, diretor do DER-RJ.</p>
<p><strong>Máquinas CAT</strong> </p>
<p>A Colares Linhares comprou 17 equipamentos novos da Caterpillar. Entre eles, escavadeiras hidráulicas 320D, motoniveladoras 120K, rolos compactadores CS533E e CP533E, retroescavadeira 416E, rolos de asfalto CB434D e a vibroacabadora de esteira AP555E. A maioria dos equipamentos opera na terraplenagem. Para a restauração do pavimento, a empresa utilizou os rolos CB434D e a acabadora Caterpillar AP555E, importada dos Estados Unidos exclusivamente para a realização do empreendimento. Segundo Luiz Wagner, a vantagem da acabadora é que ela possui sensores eletrônicos e está equipada com o ski de nivelamento Fore &#8216;N Aft, acessório que corrige as depressões do pavimento, evitando, assim, ondulações no asfalto. &#8220;Além disso, ela possui extensão de mesa de 6,15 metros e se move por meio de uma esteira de borracha que proporciona grande mobilidade no deslocamento&#8221;, diz Luiz Wagner. Outra característica é que a mesa tem aquecimento elétrico, garantindo uma operação uniforme e constante ao longo da jornada de trabalho.</p>
<p>O equipamento garante mais sustentabilidade ao projeto, uma vez que possui um motor modelo C4.4 com tecnologia Acert. Com um gerenciamento preciso de mistura combustível-ar, a máquina atende a todas as exigências Tier 3 de emissões de poluentes. </p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/22.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaelo.com.br/pavimentacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

