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	<title>Revista Elo</title>
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	<description>Uma revista do Grupo Sotreq</description>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 22:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pavidez e Britamil apostam na prestação de serviços. Criadas há 13 anos, as empresas mineiras aproveitam o crescimento do setor de construção no Brasil para investir. Com uma atuação crescente principalmente no sul e centro-oeste de Minas Gerais e no norte de São Paulo, os irmãos Edson Fernando e Eloízio Maciel Tavares têm ampliado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pavidez e Britamil apostam na prestação de serviços.</strong></p>
<p>Criadas há 13 anos, as empresas mineiras aproveitam o crescimento do setor de construção no Brasil para investir.</p>
<p>Com uma atuação crescente principalmente no sul e centro-oeste de Minas Gerais e no norte de São Paulo, os irmãos Edson Fernando e Eloízio Maciel Tavares têm ampliado e consolidado a comercialização e a prestação de serviços de suas empresas criadas há 13 anos: a Pavidez Engenharia Ltda. e a Britamil Comércio e Serviços de Engenharia Ltda., ambas localizadas na cidade de Muzambinho/MG.</p>
<p>As empresas iniciaram suas atividades em 1997, no segmento de infraestrutura rodoviária e urbana, executando serviços de terraplenagem, pavimentação asfáltica, saneamento, drenagem e comercialização de material pétreo. No começo, contavam com uma usina de asfalto, uma pedreira, algumas máquinas alugadas e um número reduzido de empregados.</p>
<p>Seis anos depois, os engenheiros Edson e Eloízio inau-guraram as instalações de uma usina de asfalto em Arcos/MG. Em 2009, começou a funcionar uma concreteira no mesmo local, preparando a empresa para atender à demanda cada vez maior no centro-oeste mineiro.</p>
<p>A determinação em vencer, aliada à qualidade dos serviços, levou a Pavidez e a Britamil a se expandir, tornando-se referência de qualidade no setor. Atualmente, elas executam várias obras para o setor público e privado. As empresas operam com uma frota de equipamentos predominantemente Caterpillar, como escavadeiras, 336DL, 320DL, motoniveladoras 140H e 140K, rolos compactadores CB534D, pás carregadeiras 924H, 924HZ e 938G, minicarregadeiras 248B e retroescavadeiras 416E.</p>
<p>“Nosso maior patrimônio são as pessoas e por isso investimos continuamente na qualificação, capacitação e no desenvolvimento dos colaboradores”, afirma Edson Fernando. Os dois cursaram pós-graduação em custos no Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos, da Universidade Federal Fluminense, e atualmente participam do curso de MBA em Gestão Empresarial da Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p>No âmbito organizacional, eles implementaram há dez anos um sistema de gestão integrado e de qualidade (NBR ISO 9001:2000), no qual definiram com clareza os processos principais das empresas e seus objetivos, que são monitorados por indicadores de desempenho, de acordo com a visão de futuro e a missão da empresa.</p>
<p>“Acreditamos no aumento do número de obras a partir deste ano, pois o Brasil tem vivenciado um boom de crescimento e desenvolvimento em todas as regiões”, destaca Edson. Para ele, o crescimento sustentado da economia brasileira, com injeção de recursos dos governos federal e estadual, aquece todos os setores e justifica os investimentos no setor.</p>
<p>Eloízio Tavares vê com otimismo os programas para o setor da construção pesada no Brasil. “A injeção de in-ves-timentos públicos nas pequenas e médias cidades vem possibilitando o asfaltamento de seus acessos, a construção e a ampliação dos sistemas de abasteci-mento de água e esgotamento sanitário, entre outras obras de infraestrutura”, afirma. “Esse desenvolvimento estimula o setor privado e forma um efei-to cascata, motivando o pequeno empresário e o grande empreendedor a investir no próprio negócio.”</p>
<p>O aquecimento da economia brasileira também estimula os empresários a ampliar os negócios. Até o fim deste ano, eles pretendem aumentar em 20% a frota de equipamentos para obras rodoviárias, além de ampliar a produção da Pedreira Britamil de 40 mil para 60 mil toneladas por mês. Esse incremento servirá para otimi-zar a planta e criar mais um turno de trabalho. Na sequência, os engenheiros planejam fazer investimentos principalmente na execução de obras de terraplenagem, pavimentação urbana e rodoviária.</p>
<p>A  parceria com a Sotreq tem proporcionado boas oportunidades e bons negócios. “Desde a implantação da Pavidez e da Britamil, a Sotreq oferece máquinas com excelentes condições de pagamento, treinamento para nossos operadores e as-sistência técnica, que inclui planos de manutenção preventiva, possibilitando o aumento da vida útil das máquinas”, revela Edson.</p>
<p>Eloízio conta que outro aspecto que consolida a relação com a Sotreq é o atendimento da filial da represen-tante na cidade de Ribeirão Preto/SP – responsável pela região do sul de Minas. A unidade sempre apresenta novidades aos empresários e oferece máquinas para testes em campo. “Isso contribui para conhecermos in loco os recursos, as novas tecnologias e as aplicações de cada equipamento CAT lançado no Brasil”, afirma.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Britamil-32-33.pdf" target="_blank"> <img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
<p><img src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/selo.jpg" alt="selo_revista_elo" /></p>
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		<title>Mineração</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 16:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sotreq prepara lançamento do novo 797F no Brasil. Fabricado nos Estados Unidos, o maior caminhão de mineração da Caterpillar pode transportar até 400 toneladas. Ainda neste ano, a Sotreq e a Caterpillar vão apresentar ao mercado brasileiro o novo 797F – maior caminhão de mineração produzido pela CAT, na fábrica localizada na cidade de Decatur, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sotreq prepara lançamento do novo 797F no Brasil.</strong></p>
<p>Fabricado nos Estados Unidos, o maior caminhão de mineração da Caterpillar pode transportar até 400 toneladas.</p>
<p>Ainda neste ano, a Sotreq e a Caterpillar vão apresentar ao mercado brasileiro o novo 797F – maior caminhão de mineração produzido pela CAT, na fábrica localizada na cidade de Decatur, no Estado de Illinois, nos Estados Unidos.</p>
<p>O modelo chega ao mercado dando continuidade à sua posição de destaque, alcançada por seus antecessores 797 e 797B, que tiveram mais de 400 unidades vendidas no mundo.</p>
<p>Equipado com motor de 20 cilindros, que proporcionam 4 mil HP (2.983 kW), a caçamba do 797F tem capacidade nominal para transportar até 400 toneladas curtas, ou 363 tonela-das métricas. A fim de reduzir os custos por tonelada, com menor impacto ambiental, o 797F alia ao novo motor as características fortes do veículo que o antecedeu, o 797B.</p>
<p>Entre as inovações do 797F, destaque para o design da cabine do operador – mais confortável e segura – e os sistemas de caçamba personalizados para atender às demandas dos clientes.</p>
<p>O propulsor do 797F possui um design de fluxo cruzado que utiliza quatro turboalimentadores e um pós-arrefecedor ar-ar, eletronicamente controlados, produ-zindo diversas injeções precisas em um único evento de combustão. Essa tecnologia é responsável por boa parte da alta densidade de potência e pelas baixas emissões, além de contribuir para o alto rendimento de combustí-vel e o desempenho de resposta do 797F.</p>
<p>O motor atende às normas de emissões TIER II, e o sistema de arrefecimento do motor, também eletronicamente controlado, utiliza o ventilador de resfriamento do motor por demanda, isto é, gira proporcionalmente à necessidade da troca de calor, economizando assim potência e consequentemente combustível.</p>
<p>O 797F oferece maior facilidade de manutenção e segurança. Os pontos de serviço no nível do solo facilitam o acesso, e o intervalo de mil horas entre manutenções do filtro hidráulico reduz a necessidade de manutenção. Contudo, os avanços e as inovações não estão restritos ao motor.</p>
<p>No item segurança, os avanços são logo observados  nas passarelas mais largas, escada de acesso traseira e caixa de bloqueio-identificação de três vias fixada ao para-choque.</p>
<p>O sistema de Controle Eletrônico da Pressão na Em-brea-gem da transmissão da Caterpillar também proporciona eficiência à operação das embreagens e da transmissão nas mais variadas condições de velocidade e carga. “Assim, as mudanças de marchas ocorrem de forma suave e sem perda de potência, resultando em mais vida útil para o conjunto”, observa o engenheiro Adriano Vilaça.</p>
<p>Há, também, recursos para a proteção contra o excesso de rotação do motor, inibidor de redução de mar-cha (em alta velocidade) e velocidades máximas programáveis.</p>
<p>MAIS CAÇAMBAS</p>
<p>Para o 797F, a Caterpillar oferece quatro opções de caçamba do tipo MSD II (Mine Specific Design, ou Design Específico para Minas). As caçambas podem ser usadas em conjunto com um sistema de revestimento confi-gu-rável, proporcionando ótima mistura de capaci-dade de carga útil e durabilidade em dada aplicação.</p>
<p>Os clientes podem ajustar os sistemas das caçambas conforme as demandas de produção e as restrições de operação, explica Adriano Vilaça, da Sotreq. Segundo ele, além disso a capacidade de carga útil pode chegar a 20 toneladas (18 toneladas métricas) a mais do que o modelo anterior em algumas situações.</p>
<p>CONFORTO E SEGURANÇA</p>
<p>Além dos avanços tecnológicos no motor, na transmissão e na capacidade de carga, o 797F também traz inovações e melhorias para o operador do caminhão.</p>
<p>O painel de instrumentos inclinado e centralizado e o console central são os recursos dominantes na nova cabine do operador do 797F. Os medidores analógicos podem ser rapidamente interpretados sem a necessidade de tirar os olhos da estrada.</p>
<p>Além disso, o Sistema de Gerenciamento de Informações Vitais (uma poderosa configuração de terceira geração) integrado fornece dados sobre a integridade e a carga útil da máquina, além de fácil acesso a informações de diagnóstico e de controle da máquina.</p>
<p>O sistema opcional de Controle de Análise de Estrada pode ser usado para melhorar as estradas de transporte e promover ciclos mais rápidos, maior rendimento de combustível e maior vida útil para o chassi e os pneus, comenta Adriano Vilaça.</p>
<p>Para o operador, as alavancas e os interruptores do console são confortavelmente posicionados logo à fren-te do apoio de braço direito para facilitar o controle, com o mínimo de esforço possível. E existem dois assentos totalmente ajustáveis, com suspensão a ar, que garantem mais conforto para o operador e o instrutor durante todo o turno de trabalho.</p>
<p>Além disso, acrescenta o executivo Adriano Vilaça, as janelas dianteira e laterais, com novo design, proporcionam maior visibilidade da estrada de transporte e das áreas de trabalho.</p>
<p>Entre os avanços de destaque estão a escada e a passarela mais largas, além dos corrimãos, pois ofere-cem maior segurança na entrada e saída. Os espelhos de maior ângulo, o indicador de caçamba suspensa, os cabos de retenção da caçamba e o neutralizador de ré promovem uma operação ainda mais segura.</p>
<p><strong>Características técnicas</strong></p>
<p><strong>Motor:</strong><br />
20 cilindros, com 4 mil HP de potência</p>
<p><strong>Capacidade de carga nominal:</strong><br />
400 toneladas</p>
<p><strong>Velocidade máxima:</strong><br />
42 mph</p>
<p><strong>Ângulo de esterçamento:</strong><br />
40 graus</p>
<p><strong>Pneus:</strong><br />
59/80R63</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/797F-44-46.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		<title>Petróleo e Marítimo</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/2010/06/petroleo-e-maritimo-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 16:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Locar moderniza frota para atuar no mercado maritime. Prestadora de serviços em várias áreas, a empresa investe também na aquisição de motores para aplicar em suas embarcações. Uma das maiores empresas da América Latina no segmento de movimentação de cargas horizontais e verticais, a Locar Guindastes e Transportes Intermodais fechou 2009 com uma receita operacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Locar moderniza frota para atuar no mercado maritime.</strong></p>
<p>Prestadora de serviços em várias áreas, a empresa investe também na aquisição de motores para aplicar em suas embarcações.</p>
<p>Uma das maiores empresas da América Latina no segmento de movimentação de cargas horizontais e verticais, a Locar Guindastes e Transportes Intermodais fechou 2009 com uma receita operacional bruta de 310 milhões de reais. A chave do sucesso encontra-se em um investimento contínuo em equipamentos novos e, principalmente, em tecnologia de ponta. “Para atuar em um setor extremamente competitivo como o nosso, precisamos comprar máquinas modernas e de qualidade”, afirma o diretor de Novos Negócios da Locar, Edson José da Silva. “Isso garante que os serviços sejam executados com mais segurança e os projetos finalizados com baixo índice de equipamentos em manutenção e reparos.”</p>
<p>Nos últimos três anos, a transportadora aumentou a frota de guindastes, renovou a linha de caminhões e comprou motores novos para seus rebocadores. Com o mercado marítimo brasileiro em crescimento, a Locar planeja intensificar a atuação na área. “Queremos desenvolver operações de transporte de peças especiais e dar suporte ao setor em atividades offshore”, revela Marcello Mari, diretor comercial da empresa.</p>
<p>Fundada em 1988 e com capital 100% brasileiro, a Locar conta com 1,5 mil colaboradores, distribuídos na matriz, na cidade de Guarulhos/SP e nas bases logísticas de Contagem/MG, Camaçari e Pojuca/BA, Vitória/ES e Rio de Janeiro/RJ. A empresa desenvolve e presta serviços a vários ramos de atividades: construtoras, usinas hidrelétricas e termelétricas, papel e celulose, indústrias siderúrgicas, metalúrgicas, automobilísticas e petroquímicas.</p>
<p>Bastante diversificada em suas áreas de atuação, a empresa trabalha com transportes rodoviários especiais e excep-cionais, remoção industrial, marítima, plataformas aéreas e gruas, oferecendo mais de 840 equipamentos ao mercado. Em sua carteira de clientes destacam-se empresas do porte da Petrobras, Braskem, Vale, Usiminas e Camargo Corrêa.</p>
<p>A Locar não está medindo esforços para se tornar mais competitiva no mercado marítimo. No fim do ano passado, tinha uma frota com sete embarcações. Hoje, esse número duplicou e todas possuem motores CAT. Em 2005, a empresa comprou e aplicou dois motores 3508B numa embarcação LH1200, responsável pelo lançamento de espias, reboque e suprimento de cerca de 260 toneladas de água potável e diesel. “Depois da aquisição, o consumo de combustível do rebocador diminuiu bastante e sua tração aumentou. Além de facilitar o trabalho da equipe nas viagens, também foi sentida uma melhora significativa nas manobras”, diz Edson José da Silva.</p>
<p>Em 2008, a Locar adquiriu seis motores C32. No ano seguinte, mais três C32 e quatro C18 foram comprados – todos aplicados nos rebocadores da empresa, cuja função é transportar balsas e manobrar navios. Rodrigo Feria, coordenador de vendas do mercado marítimo da Sotreq-Rio de Janeiro, destaca o melhor desempenho das novas embarcações. “Dois rebocadores 15TTE e um 50TTE receberam três motores C32 cada. Dois rebocadores 15TTE serão equipados com dois motores C18 cada. Além de atender às normas de emissões mais restritivas (a EPA Tier II), o modelo C32 A-cert tem faixa de potência abrangente, de 660 BHP a 1.600 BHP, dependendo da aplicação comercial”, diz Feria.</p>
<p>Ao todo, a Locar trabalha com 35 motores CAT. Além das embarcações, os geradores da balsa guindaste e 16 guinchos de cabo de aço utilizam os motores da marca. As embarcações da transportadora estão equipadas com o que há de mais moderno em tecnologia. “O modelo C32 é um motor de última geração. Ele realiza o monitoramento eletrônico das diversas estações de comando de bordo e mantém o histórico de suas operações, facilitando as intervenções de manutenção”, considera Feria.</p>
<p>Para aumentar a competitividade, a Locar anunciou recentemente 100 milhões de reais em investimentos com a encomenda de mais cinco balsas e três rebocadores, que estão em fase de produção. “Em menos de dois anos, investimos em 14 embarcações novas – e vamos aumentar esse número. Os serviços marítimos vão contribuir para o crescimento da companhia e devem representar cerca de 20% da receita da empresa em um intervalo de três anos”, ressalta o diretor de Novos Negócios.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Locar-40-41.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		<title>Somov</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/2010/06/somov/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 10:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesquita inova na gestão de pátio de semir-reboques. Para otimizar o espaço de seu pátio, a empresa de Santos usa empilhadeira. Desde 1974, o setor de locação de semirreboques é um dos múltiplos negócios do Grupo Mesquita, considerado uma referência nas atividades de logística no Estado de São Paulo, em especial na área do Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesquita inova na gestão de pátio de semir-reboques.</p>
<p>Para otimizar o espaço de seu pátio, a empresa de Santos usa empilhadeira.</p>
<p>Desde 1974, o setor de locação de semirreboques é um dos múltiplos negócios do Grupo Mesquita, considerado uma referência nas atividades de logística no Estado de São Paulo, em especial na área do Porto de Santos. A Mesquita Locações Ltda. é uma organização totalmente voltada à locação dos mais variados modelos de semirreboques para suportar as necessidades específicas de cerca de 200 clientes. Internamente, ela trabalha com o slogan de “soluções em movimento”, buscando atender e encantar os clientes com soluções adequadas às suas operações.</p>
<p>“Hoje, contamos com mais de 600 equipamentos, entre porta-contêineres de 20 e 40 pés de dois ou três eixos, modelos convencionais ou rebaixados, para carga seca, furgões, lonados e pranchas. É a maior frota nacional e, provavelmente, da América Latina, voltada para atendimento ao setor logístico, por meio de locação de equipamentos”, revela o diretor da Mesquita Locações, Paulo Zymberg.</p>
<p>A locação de equipamentos é, acima de tudo, pontual. Ou seja, o vínculo do cliente com a Mesquita pode durar algumas horas ou os 365 dias do ano. Dessa forma, é fácil imaginar o volume de movimentação dos equipamentos que saem atrelados aos cavalosmecânicos dos clientes e aqueles que são devolvidos após o cumprimento do contrato de locação. Na Mesquita, o retorno de um semirreboque não significa que ele está pronto para servir a um novo cliente. “Todo equipamento devolvido passa por uma inspeção completa, com lavagem, revisão elétrica e mecânica, calibragem dos pneus e lubrificação ou uma intervenção de manutenção periódica, antes de voltar à ativa”, explica o gerente executivo de Operações, Cláudio Nei Santos. “Para obtermos agilidade na movimentação interna dos semirreboques, procurávamos uma alternativa eficiente para operações.”</p>
<p>Cláudio visitou uma série de empresas similares, participou de feiras internacionais e vislumbrou uma solução. “Alguns pátios que não dispunham de cavalomecânico improvisavam um pequeno trator agrícola sobre pneus”, afirma. Cláudio se lembrou de imediato das duas empilhadeiras de 7 toneladas com mais de 20 anos de uso que faziam serviços variados no Terminal Mesquita. Surgiu, então, a ideia de adquirir uma empilhadeira para guardar os equipamentos sobrepostos, otimizando o espaço do pátio da Mesquita Locações. Ela recorreu à Somov por oferecer a marca Hyster, que era conhecida e respeitada pela empresa. Em janeiro passado, a Hyster lançou o modelo H190FT Fortis, uma máquina compacta e ágil, ideal para a aplicação pretendida pela Mesquita Locações.</p>
<p>“Com recursos de movimentação vertical, combinados com o poder de tração, a empilhadeira simplifica o trabalho do operador, que não precisa deixar a cabine para o engate dos semirreboques, como aconteceria com um cavalo-mecânico ou trator convencionais”, explica Cláudio. Há outras vantagens: a empilhadeira pode ser operada de frente para o semirreboque, e não de ré, uma manobra mais lenta e difícil.</p>
<p>Normalmente, a maior parte da frota está no campo e só cerca de 30% a 35% ficam no terminal. “Mesmo assim, nenhum locador está totalmente imune a alguns períodos em que a quantidade de equipamentos estacionados supera o espaço disponível. O melhor a fazer é empilhar até três equipamentos, com uma economia de espaço que impressiona”, revela Cláudio.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Mesquita-8-9.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Energia</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/2010/06/energia-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cedasa investe em usina contra eventual apagão. Investimento em energia aumenta competividade e garante crescimento da produção de revestimentos cerâmicos. Leia a matéria completa:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cedasa investe em usina contra eventual apagão.</strong></p>
<p>Investimento em energia aumenta competividade e garante crescimento da produção de revestimentos cerâmicos.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Cedasa-6-7.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Institucional</title>
		<link>http://revistaelo.com.br/2010/06/institucional/</link>
		<comments>http://revistaelo.com.br/2010/06/institucional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 19:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/?p=343</guid>
		<description><![CDATA[Instituto Social Sotreq comemora cinco anos com projetos sociais que beneficiam as comunidades. O Instituto Social Sotreq consolida atividades de ação social e planeja expandir seus projetos. Em 2010, o Instituto Social Sotreq (ISSO) comemora cinco anos de atividades. Antes da criação do Instituto, porém, a Sotreq já desenvolvia ações sociais pontuais nas comunidades localizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Instituto Social Sotreq comemora cinco anos com projetos sociais que beneficiam as comunidades.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O Instituto Social Sotreq consolida atividades de ação social e planeja expandir seus projetos.</strong></p>
<p><strong>E</strong>m 2010, o Instituto Social Sotreq (ISSO) comemora cinco anos de atividades. Antes da criação do Instituto, porém, a Sotreq já desenvolvia ações sociais pontuais nas comunidades localizadas em regiões próximas às filiais. Com o passar dos anos, essas iniciativas foram ganhando força e amadureceu dentro do grupo a ideia de se criar uma entidade voltada para o terceiro setor. Em 9 de junho de 2005, surgia o ISSO.</p>
<p>Hoje, o Instituto comemora os projetos desenvolvidos. São programas dedicados a ações de preservação do meio ambiente, assistência social, socioculturais, incentivo ao esporte, capacitação e atualização profissional. O ISSO apoia e desenvolve projetos socioambientais nas regiões onde atua, com decisões pautadas pela análise do contexto de cada lugar e pelo respeito à diversidade cultural.</p>
<p>Qualificado em 2008 como organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), o ISSO conquistou o direito de celebrar parcerias com o poder público e usar recursos governamentais para programas sociais, além de obter permissão para que as doações fossem dedutíveis até 2% do lucro operacional da empresa doadora.</p>
<p>Esse certificado foi um momento importante para o instituto, como explica Rosa Cristina Pinto, analista em responsabilidade social do ISSO. Ele é emitido pelo Ministério da Justiça às pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos que comprovam o cumprimento de objetivos sociais, como a promoção gratuita da educação, do voluntariado, dos direitos humanos, do desenvolvimento sustentável etc.</p>
<p>Além de incorporar as iniciativas que eram desenvolvidas pela Sotreq, a entidade implementou e apoiou outros projetos, como o Formação Técnica na área de mecânica, Escola de Formação de Operadores, Inclusão Digital e o projeto socioambiental Aquecedor Solar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MULTIPLICADORES</strong></p>
<p>“Com o envolvimento de funcionários da Sotreq, é possível desenvolver as atividades em várias regiões do Brasil. Por isso, buscamos mobilizá-los para que sejam os multiplicadores das ações sociais”, afirma.</p>
<p>No ano passado, um funcionário da Sotreq-Belém idealizou um projeto para a área de meio ambiente. Ele utilizou um aquecedor solar confeccionado com garrafas PET e embalagens Tetra Pak. A ideia foi transmitida ao Instituto por e-mail. O funcionário vivenciava em sua residência essa experiência e sonhava em multiplicá-la. “Mobilizamos os voluntários da Sotreq para construir</p>
<p>os aquecedores. Os painéis foram instalados na Apae-Belém, possibilitando o aquecimento da piscine onde as crianças atendidas pela associação realizavam tratamento fisioterápico”, explica Rosa.</p>
<p>Para Cláudio Santos, funcionário da Sotreq e instrutor nas turmas-piloto do Projeto Escola de Formação de Operadores (EFO), participar de um projeto social é gratificante. “Em 2008, comecei a dar aulas na Escola de Formação de Operadores de Contagem e tive a oportunidade de me envolver no projeto até o encaminhamento dos alunos ao mercado de trabalho”, revela.</p>
<p>“O retorno da EFO tem se mostrado muito significativo. Nos cursos, temos contato com pessoas carentes, a maioria sem nenhuma profissão definida. Durante as aulas, é possível vê-las se descobrindo. Até agora, muitas foram absorvidas pelo mercado de trabalho”, afirma Cláudio.</p>
<p>Para Rosa Cristina Pinto, vários projetos nascem a partir do olhar de pessoas que extrapolam suas demandas profissionais. Ela acredita que a responsabilidade social é uma possibilidade de multiplicar oportunidades de desenvolvimento para a sociedade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CAPACITAÇÃO</strong></p>
<p>Segundo Rosa, o ISSO preocupa-se em fomentar oportunidades de inserção profissional. “Não faz sentido qualificar o profissional se não houver demanda. Fazemos um estudo para saber onde existe a necessidade de profissionais qualificados. No Espírito Santo, por exemplo, verificamos a necessidade de mão de obra especializada em operação de máquinas pesadas. Desenhamos o projeto, e a formação está acontecendo por meio de parcerias”, revela.</p>
<p>Graças a todas as parcerias firmadas em cinco anos, o Instituto Social Sotreq beneficiou muitos brasileiros em vários Estados.</p>
<p>Quando o Instituto começou suas atividades, as áreas de atuação englobavam Minas Gerais e São</p>
<p>Paulo. Atualmente, a entidade também desenvolve projetos no Pará e no Espírito Santo.</p>
<p>Ao lançar o olhar para o futuro, o Instituto mantém o foco em atividades de capacitação profissional e</p>
<p>Acredita que muitos outros projetos e parcerias ainda virão. “Em 2005, identificamos que o melhor que tínhamos a oferecer à sociedade era conhecimento e solidariedade”, afirma Carl Orberg, presidente do Instituto Social Sotreq. A meta do Instituto é continuar contribuindo para a mudança e a transformação social das comunidades.</p>
<p><img src="http://revistaelo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/selo.jpg" alt="selo_revista_elo" /></p>
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		<title>MDPower</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maior vida útil para o motor. Kit de peças genuínas da Perkins torna a reforma dos motores 1006 mais rápida e rentável. O kit de peças genuínas Perkins, lançado em março deste ano, é uma oportunidade para fazer uma reforma mais rápida, prática e rentável dos motores 1006, os modelos mais usados da marca no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maior vida útil para o motor.</p>
<p>Kit de peças genuínas da Perkins torna a reforma dos motores 1006 mais rápida e rentável.</p>
<p>O kit de peças genuínas Perkins, lançado em março deste ano, é uma oportunidade para fazer uma reforma mais rápida, prática e rentável dos motores 1006, os modelos mais usados da marca no Brasil.</p>
<p>O pacote completo de peças para a revisão rotineira dos motores turbinados ou aspirados 1006 não poderia vir em melhor hora: dos 23 mil motores diesel Perkins existentes no país (70% turbinados), quase 90% são empregados em equipamentos agrícolas como tratores, colheitadeiras e outros equipamentos. Destes, cerca de 11 mil atingiram em torno de 8 mil horas no campo, o que sinaliza que estão em tempo de passar pela reforma.</p>
<p>A iniciativa da Perkins é capaz de contemplar milhares de operadores, além de avaliar as alternativas de realizar uma reforma total, oferecendo em um único kit as cerca de 80 peças genuínas necessárias para a operação. Agora, elas têm garantia de um ano, apresentam disponibilidade total e podem ser adquiridas na rede de distribuidores Perkins em todo o país.</p>
<p>Todos os itens de desgaste natural, como pistões, anéis, camisa, válvulas, guias, sedes, retentores, juntas, bronzinas e filtros, fazem parte do kit e estão prontos para a utilização, eliminando totalmente o problema da falta de confiabilidade e procura de itens avulsos.</p>
<p>“O kit é uma novidade absoluta se considerarmos o pacote completo de peças, sua origem, a ampla e imediata disponibilidade do conteúdo, o termo de garantia e, acima de tudo, nossa estratégia de preços e bonificações”, afirma Alfredo Sarmento Filho, gerente comercial da MDPower, máster distribuidor da Perkins no Brasil.</p>
<p>“Toda a rede de distribuidores, treinada por especialistas da Perkins, tem totais condições de oferecer os novos kits. Além da disponibilidade imediata e garantia de um ano, eles surpreendem os clientes pelo baixo custo, mesmo em casos eventuais de peças avulsas”, diz Sarmento. Outro atrativo é o desconto adicional de 5% para quem adquirir o kit completo – certamente, um poderoso incentivo adicional.</p>
<p>Segundo Sarmento, o mercado para os novos kits já começou aquecido. Afinal, nunca foi tão simples executar a reforma total dos motores 1006, turbinados ou aspirados, garantindo a continuidade do elevado desempenho que os consagrou como o modelo da Perkins mais usado no país.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Perkins-19.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		<title>Miniaturas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A paixão de colecionar miniaturas. Sem esconder a admiração pela Caterpillar, um empresário e um engenheiro mantêm grandes acervos de réplicas da marca. Os equipamentos Caterpillar estão presentes nas obras de infraestrutura em todo o Brasil, ajudando no desenvolvimento do país. Mas algumas pessoas possuem frotas particulares e guardam as máquinas CAT como verdadeiras preciosidades. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A paixão de colecionar miniaturas.</strong></p>
<p>Sem esconder a admiração pela Caterpillar, um empresário e um engenheiro mantêm grandes acervos de réplicas da marca.</p>
<p>Os equipamentos Caterpillar estão presentes nas obras de infraestrutura em todo o Brasil, ajudando no desenvolvimento do país. Mas algumas pessoas possuem frotas particulares e guardam as máquinas CAT como verdadeiras preciosidades. Não descuidam delas por nada graças a um hobby todo especial. São os colecionadores de miniaturas que se dedicam também à apaixonante tarefa de cuidar de suas pequenas máquinas.</p>
<p>O diretor da Terram Engenharia de Infraestrutura Ltda., José Roberto Briguenti, é um aficionado que se dedica à sua coleção com esmero. Ele tem 650 miniaturas, 90% delas na escala 1:50. Na sede da sua empresa, na capital paulista, fez questão de reservar uma sala para expor o acervo em várias prateleiras. Mas há replicas espalhadas no parapeito das janelas e sobre as mesas. Uma paixão sem limites.</p>
<p>Briguenti começou a coleção há quatro anos. Em todas as suas viagens, trazia na bagagem ao menos uma miniatura Caterpillar. A frota cresceu. “Sempre via os modelos CAT nas obras e percebi que seria divertido tê-las em miniatura”, afirma. “No início, tinha cem miniaturas de máquinas antigas.” Rapidamente Briguenti tomou gosto pelo passatempo e multiplicou seu acervo.</p>
<p>“Em apenas dois anos, comprei todos os modelos que me interessavam. Minha coleção só não é maior porque o espaço ficou pequeno.”</p>
<p>Aumentar a coleção a ponto de enfrentar as limitações de espaço também é uma preocupação do engenheiro civil Lúcio Murilo Fregonese Barros, de Campo Gran de/MS. Ele começou o hobby em 2001, quando era estagiário em uma empresa de terraplenagem que fazia a barragem de uma usina hidrelétrica. A agilidade dos equipamentos Caterpillar logo despertou a admiração pela marca. “Foi a primeira vez que tive contato com as máquinas, tanto operando como buscando informações sobre a parte mecânica. A partir disso, fiz minha primeira compra na Sotreq: cinco modelos CAT na escala 1:50”, relembra.</p>
<p>A curiosidade se transformou em paixão. “Ao menos uma vez por mês, compro uma peça. Busco modelos de colecionadores na internet e em países da Europa”, ressalta. Lúcio possui 232 réplicas de máquinas e caminhões fora de estrada, sendo que 80% são da Caterpillar. “Sou um apaixonado pelas mi niaturas”, explica ele, que também é cliente das máquinas CAT.</p>
<p>O desempenho dos equipamentos na vida real chamou tanto a atencão de Lúcio que agora ele quer usar seu acervo para recriar a realidade. “Em dois anos, preten do construir um diorama completo para reconstituir o trabalho das máquinas”, diz. Para isso, quer aproveitar a experiência adquirida nos tempos da empresa de terraplenagem para reproduzir esse tipo de obra.</p>
<p>ATRAÇÃO PARA OS VISITANTES</p>
<p>Já o empresário Briguenti conta que seu acervo virou uma atração nas dependências da Terram. Orgulhoso de seu hobby, ele faz questão de mostrar aos clientes a sala repleta de miniaturas. Com o tempo, o empresário percebeu que as pequenas máquinas ganharam uma importância ainda maior no seu dia a dia: “Elas chegam a fazer parte das relações do meu trabalho”, revela. “Os visitantes se surpreendem porque não é fácil ver uma coleção tão completa assim.”</p>
<p>As retroescavadeiras, rolos compactadores, tratores de esteiras, escavadeiras, carregadeiras e motoniveladoras tratados com o máximo de cuidado também são motivo de orgulho para Lúcio. O engenheiro ci vil conta que o mercado das miniaturas de máquinas e caminhões está em alta, e que muitos exemplares podem custar mais de 1.000 reais.</p>
<p>Lúcio e Briguenti não conseguem eleger uma miniatura pre ferida em suas coleções. Para ambos, o hobby não se limita a juntar a maior quantidade de peças possível. Eles fazem intercâmbio com outros colecionadores. Pela internet, trocam informações e até miniaturas. “É uma forma de estar a par das novidades”, explica Briguenti. Não passa pela cabeça deles esta belecer uma meta para encerrar a coleção. Ao contrário: a ideia é aumentar cada vez mais a frota pessoal. “Vou continuar comprando, porque miniaturas novas são lançadas com frequência”, afirma Lúcio. A julgar pela intenção, seu diorama reproduzirá com perfeição um legítimo canteiro de obras.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Colecionadores-12-13final1.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 22:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pontual participa de obra de caráter humanitário em Manaus. Equipamentos da empresa marcam presença em programa social e ambiental na capital do Amazonas. O Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) é uma das maiores obras de humanização já realizadas na capital do Ama-zonas. A Pontual Serviço de Locação e Construtora Ltda. integra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pontual participa de obra de caráter humanitário em Manaus.</strong></p>
<p>Equipamentos da empresa marcam presença em programa social e ambiental na capital do Amazonas.</p>
<p>O Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) é uma das maiores obras de humanização já realizadas na capital do Ama-zonas. A Pontual Serviço de Locação e Construtora Ltda. integra o projeto executando serviços de escavação, retirada de lixo e entulho do leito dos riachos que cortam a cidade, remoção para o aterro sanitário e terraplenagem para a construção de residências, praças, parques e áreas de lazer e recreação.</p>
<p>Desde o início do Prosamim, em 2006, a Pontual está operando com 13 máquinas pesadas Caterpillar. A meta do proprietário Maurício Lima, um pernambucano da cidade de Petrolina radicado há 20 anos em Manaus, é ampliar a frota para atender à demanda de obras que vem crescendo na região nos últimos sete anos. “Hoje, o Amazonas é o Estado que mais faz obras de infraestrutura na Região Norte”, afirma. “Este é o momento de as empresas crescerem para prestar serviços de melhor qualidade, principalmente com a escolha de Manaus como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.”</p>
<p>O Prosamim é um investimento do governo estadual na rede de igarapés de Manaus. Foram 200 milhões de dólares no primeiro financiamento: 140 milhões vieram do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e 60 milhões da contrapartida do próprio governo. O programa tem o objetivo de recuperar os igarapés, transferindo para moradias mais dignas milhares de famílias que vivem em palafitas às margens e no leito dos igarapés que cortam a cidade e deságuam no Rio Negro.</p>
<p>Fundada em 1998, a Pontual é especializada na prestação de serviços de escavação (fundação de prédios), terraplenagem, transporte de produtos de jazida, limpeza e remoção de entulhos. Ao longo de 12 anos de atividade, ela mantém um quadro de 90 cola-boradores e marcou presença em importantes obras de Manaus, como a construção do Shopping Manauara, da Escola de Tempo Integral no bairro de Santa Marta e do novo Porto Hidroviário do São Raimundo.</p>
<p>A Pontual começou locando máquinas para prestar serviços. Em 2008, Maurício Lima avaliou que era mais rentável comprar os equipamentos. Em dois anos, adquiriu 13 máquinas Caterpillar. A decisão foi tomada graças à facilidade de financiamento, com taxa de juros prefixada pela Caterpillar Financial S.A., que oferece taxas competitivas e prazo de até 60 meses.</p>
<p>Hoje, a Pontual possui uma frota CAT formada por duas escavadeiras 336DL, adquiridas recentemente, duas 320DL, uma escavadeira hidráulica 330CL, uma 315C e uma 312DL, além de três retroescavadeiras 416E, uma carregadeira de rodas 924H, um trator de esteiras D6K e um D6D. A empresa tem também uma grande frota de caminhões basculantes para transporte de material de jazida e está prestes a adquirir novos equipamentos Caterpillar. “O controle de injeção eletrônica, que leva à economia de combustível, é uma das vantagens das máquinas Caterpillar”, afirma.</p>
<p>Outro benefício são os serviços de manutenção oferecidos pela Sotreq, como o monitoramento via satélite (Maqlink) que acompanha em tempo real a utilização dos equipamentos, medidores de pressão e a hora de revisão. Serviços que dão comodidade aos clientes, aumento de produtividade e vida útil das máquinas e preço de revenda. “A Pontual procura caminhar a passos largos para o futuro, ampliando o potencial e a estrutura para realizar serviços de escavação e terraplenagem em todo o Estado. A partir disso, poderemos partir para outros mercados”, revela Maurício Lima.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Pontual-30-31.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 22:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Manutenção de estradas beneficia produtores rurais do Rio. Governo do Rio de Janeiro investe em equipamentos para reformar as vias rurais e ajudar no escoamento da produção agrícola. Depois de 50 anos sem realizar investimentos de grande porte voltados especialmente para a atividade rural, o Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manutenção de estradas beneficia produtores rurais do Rio.</strong></p>
<p>Governo do Rio de Janeiro investe em equipamentos para reformar as vias rurais e ajudar no escoamento da produção agrícola.</p>
<p>Depois de 50 anos sem realizar investimentos de grande porte voltados especialmente para a atividade rural, o Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abasteci-mento (Seappa), desembolsou 25 milhões de reais na compra de 120 máquinas novas.</p>
<p>Com base na topografia da região, um levantamento feito pela secretaria definiu as máquinas que deveriam ser compradas. No final de 2009, a Seappa adquiriu tratores de esteiras, rolos compactadores, tratores agrícolas, escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras, motoniveladoras, caminhões basculantes, pás carregadeiras e implementos agrícolas como grades aradoras, escrêiperes e roçadeiras. Boa parte do recurso foi repassado pelo governo do Estado por meio de convênio com o Banco do Brasil, viabilizado com financiamento do BNDES através do Finame.</p>
<p>Entre as máquinas, há sete da Caterpillar: cinco tratores de esteiras D6N e dois rolos compactadores CS423E. O secretário Alberto Mofati comemora a nova fase: “Pela primeira vez, podemos contar com equipamentos de ponta para atender nossos produtores rurais”, afirma.</p>
<p>“Um processo licitatório desse porte exige atenção e empenho. Ele foi bem conduzido e os pregões, muito disputados, ocorreram com tranquilidade”, diz Rógenes Braga, consultor de vendas da Sotreq-Rio de Janeiro. “Toda a equipe da Emater-Rio, empresa de extensão rural vinculada à secretaria, mais o empenho do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Alberto Mofati, e da subsecretária, Stella Romanos, foi muito elogiada por todos os participantes do processo.”</p>
<p>Em fevereiro, os equipamentos foram entregues aos municípios. Sob a responsabilidade da Emater-Rio, eles co-meçaram a ser usados no programa Estradas da Produção. Entre outras funções, as máquinas vão operar na manutenção permanente de 17 mil qui-lômetros de vias de escoamento da produção agropecuária do Estado.<br />
Segundo Mofati, em vários períodos do ano os produtores rurais se viam impedidos de transportar a safra até as cooperativas e mercados. “Os agricultores apontavam a recuperação das estradas vicinais como seu principal desejo. O Estado do Rio ouviu os apelos da categoria.”</p>
<p>Na época das chuvas, em função das más condições das estradas, os produtores sofriam com a pressão dos atravessadores, que desvalorizavam suas mercadorias, oferecendo preços mais baixos. “Agora, com os novos equi-pamentos e a implantação do programa, faremos a recuperação e a manutenção das estradas”, salienta Liesse de Sá, coordenador do projeto Estradas da Produção.</p>
<p>Para Rógenes Braga, as máquinas CAT adquiridas pela Seappa são fundamentais para o trabalho proposto pelo programa. Elas proporcionam maior conforto ao ope-rador, melhorando o desempenho e a produtividade, e possuem Product Link, que permite o monitoramento via satélite dos equipamentos. “Foi gratificante perceber nos operadores a expectativa de ter acesso a equipamentos modernos”, diz. “Nos tratores de esteiras, além da cabine fechada e com ar-condicionado, o ajuste das lâminas ocorre por meio do joystick, sem precisar sair da cabine, representando ganho de tempo e produtividade. As máquinas serão muito bem cuidadas pelos operadores.”</p>
<p>Além do suporte de 2 mil horas às máquinas, a Sotreq oferecerá treinamento aos operadores. “Para maior eficiência na utilização dos equipamentos, contamos com o auxílio da Sotreq. Nossos técnicos também acompa-nharão no campo o desempenho dos equipamentos para se adaptar às máquinas”, afirma Liesse de Sá.</p>
<p>“Os tratores de esteiras D6N conseguem substituir a motoniveladora em locais de difícil acesso, e os rolos compactadores CS423E com kis patas dão mais versatilidade aos equipamentos, facilitando a sua utilização no leito das estradas, na compactação dos terrenos e na construção das vias”, revela o coordenador do programa.<br />
A meta é que em dois anos todo o Estado do Rio seja beneficiado pelo Estradas da Produção. “Hoje, a Secretaria de Agricultura tem 17 patrulhas mecanizadas. No meio do ano, outro processo licitatório será realizado. A previsão é que o número suba para 25”, afirma Mofati.</p>
<p>Sá conta que as patrulhas mecanizadas não costumam ter a mesma configuração. Tudo depende do tipo de problema de cada região. Um estudo mostra as configurações necessárias para que as patrulhas atendam às demandas do local. “Com esses recursos, vamos gerar oportunidades de trabalho e renda para o desenvolvi-mento sustentável do Rio de Janeiro”, comemora o coordenador do programa.</p>
<p>Leia a matéria completa:<br />
<a href="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Emater-36-37.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="download_revista_elo" src="http://revistaelo.empresarial.ws/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/download.jpg" border="0" alt="download revista elo" width="225" height="69" /></a></p>
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