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	<title>Revista Elo</title>
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		<title>Responsabilidade Social</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Capacitar para crescer Em 2012, o ISSO expandirá seus investimentos em qualificação profissional Estudos e pesquisas na Região Norte apontam duas necessidades que caminham juntas: qualificação e trabalho. A demanda por programas de capacitação vem fazendo com que o Instituto Social Sotreq (ISSO) amplie ainda mais suas atividades e intensifique sua presença com projetos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Capacitar para crescer</h3>
<h4>Em 2012, o ISSO expandirá seus investimentos em qualificação profissional </h4>
<p>Estudos e pesquisas na Região Norte apontam duas necessidades que caminham juntas: qualificação e trabalho. A demanda por programas de capacitação vem fazendo com que o Instituto Social Sotreq (ISSO) amplie ainda mais suas atividades e intensifique sua presença com projetos na região. “Com base em várias informações, o instituto buscou parceiros idôneos na região”, explica Rosa Cristina Pinto, analista em responsabilidade social da entidade.</p>
<p> Em parceria com a prefeitura de Benevides e por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), o ISSO lançou, em outubro, o projeto Qualificar para Emancipar, com a principal finalidade de combater o desemprego e elevar a qualidade de vida das famílias da região. “Benevides é uma cidade da área metropolitana de Belém com sérios desafios para atender às exigências do mercado local, como o baixo grau de escolaridade e a pouca qualificação profissional”, acrescenta Rosa.</p>
<p>O instituto também está investindo em projetos de capacitação no segmento de petróleo e marítimo, como o de formação de mecânicos de motores onshore e offshore, em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro. Segundo Sybelle Ban, diretora executiva, membro do Conselho do Grupo Sotreq e vice-presidente do ISSO, muitos clientes da Sotreq têm procurado a entidade apresentando uma demanda crítica nesse setor. “Nosso interesse sempre foi e sempre será o de inserir cada vez mais pessoas no mercado de trabalho”, analisa. “Continuaremos aplicando a maioria dos nossos investimentos em ações e projetos sociais voltados para as necessidades de diferentes públicos.” As expectativas da entidade estão ligadas ao objetivo de qualquer organização social: contribuir com o enfrentamento de problemas e situações sociais para obter resultados mais justos no futuro. “Por isso, escolhemos de forma rigorosa os nossos parceiros e, hoje, com a prática do investimento social privado mais amadurecida, podemos comemorar as nossas conquistas e alçar novos voos”, conclui Sybelle.</p>
<p><strong>Balanço 2011: atuação mais ampla</strong></p>
<p>O ISSO apoia projetos sociais nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Pará, com os programas Solidariedade, Inclusão Digital, Formação Técnica em Mecânica e Formação de Operadores.<br />
Em 2011, a entidade lançou – além do Qualificar para Emancipar – dois novos projetos de capacitação para o mercado de trabalho, o Curso Técnico em Manutenção de Máquinas Pesadas e o Programa de Aprendizagem Industrial em Manutenção de Equipa- mentos de Terraplenagem. Com isso, o número de beneficiados passou de 648 pessoas, em 2010, para 930. “Os três novos projetos foram uma das razões do crescimento desse percentual”, explica Raquel Marques, primeira-secretária executiva do ISSO.</p>
<p><strong>Reconhecimento do MEC</strong></p>
<p>Para o Curso de Manutenção de Máquinas Pesadas, lançado em agosto, o ISSO celebrou um termo de cooperação técnico-educacional com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Goiás (Senai) visando à implantação e ao desenvolvimento do projeto nas instalações da Escola Senai Vila Canaã, no mesmo Estado. A iniciativa foi bem recebida pela comunidade local, tanto que cerca de 40 alunos foram inscritos para a primeira turma. “Os cursos apresentam visibilidade e reconhecimento do MEC”, avalia Rosa Cristina.</p>
<p><strong>Teoria e prática</strong></p>
<p>Primeiro do gênero a ser desenvolvido pelo ISSO, o Curso de Aprendizagem Industrial é um projeto com qualidade diferenciada para a população de Altamira/PA: é também o primeiro programa de aprendizagem que chega à região. O ISSO firmou um convênio com o Senai do Pará e, em setembro, realizou na Unidade de Altamira a aula inaugural da primeira turma do Curso de Aprendizagem Industrial de Manutenção de equipamentos de Terraplenagem, com 20 alunos. Para participar do projeto, os candidatos precisam ser residentes do município ou de cidades vizinhas, ter entre 17 e 23 anos e, no ato da inscrição, apresentar o certificado de conclusão do ensino fundamental.</p>
<p>Composto por três módulos, o curso oferece carga horária de 800 horas, a ser ministrada em 12 meses, de segunda a sexta-feira, com duração de quatro horas diárias. Como ponto forte, além da parte teórica, a iniciativa prevê um estágio para o aluno, por seis meses, em uma das empresas que compõem o Consórcio de Belo Monte. “Essa é uma experiência profissional que aumenta muito a chance de os alunos saírem do curso para assumir quase que imediatamente uma ocupação profissional”, ressalta Raquel Marques. </p>
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		<title>Locação</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[RJ Locações busca distinção Para se destacar no setor, a empresa combina máquinas revisadas e operadores qualificados Com o objetivo de proporcionar os melhores serviços de locação de máquinas para o setor de terraplenagem e de construção civil, a RJ Locações, de Taboão da Serra/SP, iniciou suas atividades há quatro anos atendendo primeiramente às companhias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>RJ Locações busca distinção</h3>
<h4>Para se destacar no setor, a empresa combina máquinas revisadas e operadores qualificados</h4>
<p>Com o objetivo de proporcionar os melhores serviços de locação de máquinas para o setor de terraplenagem e de construção civil, a RJ Locações, de Taboão da Serra/SP, iniciou suas atividades há quatro anos atendendo primeiramente às companhias do Estado de São Paulo. Para ingressar nesse segmento, o proprietário, Ricardo de Jesus Gonçalves, contou com a consultoria e o apoio de diversas entidades, como a Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplanagem e Ar Comprimido (Apelmat), e o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos e Máquinas para Terraplanagem e Construção Civil do Estado de São Paulo (Selemat). “A Sotreq e o Banco CAT nos ofereceram suporte com a parte de liberação de financiamento para que conseguíssemos adquirir a nossa primeira máquina, uma minicarregadeira Caterpillar modelo CAT 216B”, recorda. </p>
<p>Como o equipamento superou as expectativas da empresa e de seus clientes iniciais, novas aquisições continuaram ano a ano. Hoje a frota da RJ conta com dez equipamentos, entre minicarregadeiras, escavadeiras e retroescavadeiras, para fazer frente à concorrência e às exigências desse mercado. “As empresas que sobreviverão são as que trabalham de forma correta, com profissionais qualificados e, no caso das locadoras, aquelas que oferecem bons equipamentos”, ressalta. Ainda como parte da política diferenciada, a RJ Locações possui uma equipe de operadores certificada pelo Selemat. </p>
<p>Nos últimos anos, a economia em ascensão vem promovendo a concorrência acirrada nesse segmento e, para se sobressair em um mercado altamente competitivo, a RJ Locações investe na qualidade de seus serviços, fornecendo aos clientes máquinas 100% revisadas, com a manutenção preventiva sempre em dia, para reduzir ao mínimo as possibilidades de quebra. “Se isso ocorrer, oferecemos assistência técnica e, conforme o caso, equipamentos para substituição imediata”, explica Ricardo de Jesus.“Mantemos o foco na nossa atividade principal para atuar conforme as exigências do setor.”  </p>
<p>De acordo com o proprietário, a parceria com a Caterpillar tem se mostrado bastante satisfatória e os clientes têm aprovado a filosofia de trabalho. “Não abrimos mão da marca, pois necessitamos de equipamentos que apresentem vantagens como robustez, baixa manutenção, excelente desempenho e alta produtividade a preço acessível.” O pós-venda e o suporte ao produto também têm sido determinantes e essenciais em nossa parceria. “Desde o início, trabalhamos pesado para oferecer qualidade aos clientes. Com as qualidades da marca, isso tem feito a diferença”, reforça. </p>
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		<title>Entrevista</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[slidea]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais carros, menos etanol Apesar da alta produção, o Brasil ainda não consegue suprir as necessidades da frota O país vive um momento de “esquizofrenia” quando se analisa o forte crescimento das vendas dos veículos flex fuel – os carros flex – e a queda da produção do etanol em nossas usinas. Embora o país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Mais carros, menos etanol</h3>
<h4>Apesar da alta produção, o Brasil ainda não consegue suprir as necessidades da frota </h4>
<p>O país vive um momento de “esquizofrenia” quando se analisa o forte crescimento das vendas dos veículos flex fuel – os carros flex – e a queda da produção do etanol em nossas usinas. Embora o país seja o segundo maior produtor mundial de biocombustível, ainda não consegue suprir as necessidades da frota. Se entre 2008 e 2010 o aumento dos índices de venda dos veículos flex em 21,7% foi festejado, paralelamente sofreu com a redução do volume de etanol produzido: entre a safra 2008/2009 e a atual (2011/2012), as análises apontam uma queda da produção em torno de 12%.</p>
<p>Afinal, por que isso acontece? Para encontrar a resposta, a Revista ELO entrevistou o economista Carlos Cogo, da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica, especializado em análises, tendências e estatísticas do agribusiness em todo o Mercosul, e que atende a grandes grupos do setor de defensivos, máquinas agrícolas, alimentos e agroquímicos.</p>
<p><strong>ELO: Como o senhor descreveria o mercado da cana-de-açúcar e sua relação com a produção brasileira de etanol? </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> Estamos passando por um período de estagnação. Embora a safra de cana-de-açúcar tenha um calendário um pouco diferente do calendário dos grãos, nos últimos três ciclos – ou safras –, o crescimento foi muito pequeno. Entre 2003 e 2008, os canaviais se expandiram muito rapidamente em termos de área, entre 8% a 10% ao ano. Os três ciclos seguintes – 2009/2010, 2010/2011 e agora 2011/2012, que termina em abril de 2012 – foram de crescimento reduzido, da ordem de 2% a 3% ao ano, porque não houve uma renovação de canaviais no Brasil. Coincidentemente, foi um período de expansão dos investimentos para a produção de etanol, que registrou um boom no Brasil. </p>
<p><strong>ELO: A razão da redução, então, foi a não renovação dos canaviais?  </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> A área plantada de cana passou a crescer menos e, simultaneamente, não houve renovação dos canaviais.</p>
<p><strong>ELO: Como é feita a renovação dos canaviais?  </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> Sistematicamente, mas o período varia de usina para usina. Os canaviais são renovados de acordo com o ano em que cada um foi implantado. De modo geral, o canavial dá um corte de até seis anos. Mas essa renovação quase contínua parou. Por outro lado, o clima não auxiliou. Passamos por uma experiência inédita: a última safra apresentou produção inferior à da safra anterior, coisa que nunca havia acontecido, pois a produção só vinha crescendo. Vamos fechar o ano de 2012 com uma produção de 4% a 5% menor. </p>
<p><strong>ELO: No início do ano, havia certo otimismo com relação ao mercado de cana. A ótica mudou? </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> O mercado em si está bastante bom. O preço do açúcar durante 2010 atingiu o maior nível da história. Começamos o ano com o açúcar a mais de 30 centavos de dólar por libra-peso, preço mais de três vezes superior à média histórica. Paralelamente, os preços do etanol há dois anos são os mais altos já registrados. Acontece que não temos cana para atender a toda a demanda. Trata- se de um ciclo vicioso, ou virtuoso, dependendo do ponto de vista. Talvez, se houvesse muita cana, o mercado não ofereceria preços tão bons. Por não haver muita cana, trabalha-se com preços elevados nos níveis mundial e nacional, tanto para o açúcar quanto para o etanol. E, nesse meio-tempo, o Brasil perdeu a liderança mundial da produção de etanol para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>ELO: Qual a nossa produção e qual a americana?  </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> Os Estados Unidos devem fechar este ciclo com 47 bilhões de litros produzidos, e o Brasil, na melhor das hipóteses, com cerca de 27 bilhões de litros. A grande diferença é que 99% do etanol deles vem do milho, e o nosso, da cana.</p>
<p><strong>ELO: Nosso PIB no terceiro trimestre de 2011 estagnou. O único setor que apresentou resultado positivo foi a agropecuária? </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> A agropecuária vem de um ano muito bom, incluindo a cana. Apesar da menor produção de cana, os preços de seus derivados – tanto do etanol, hidratado e anidro, quanto do açúcar – apresentaram patamares elevados nos mercados interno e externo, fazendo com que o faturamento subisse: as margens de lucratividade cresceram nas grandes e nas médias usinas. O setor vem de um ano que só não foi melhor porque não havia mais cana para elevar a produção dos derivados.</p>
<p><strong>ELO: O senhor vê disposição nos usineiros de ampliar a área plantada?  </strong><br />
<strong>Carlos: </strong>A partir de 2012/2013, prevê-se um aumento da renovação dos canaviais. Já em 2011 tivemos em torno de 15% de renovação e, provavelmente a partir do próximo ciclo, retomaremos as taxas de crescimento de 6% a 8% da área de cultivo, fundamental para atender às necessidades das usinas instaladas. Os investimentos hoje estão mais concentrados nas mãos de grupos estrangeiros, que já detêm 28% do capital do setor, principalmente grupos petroleiros que estão se associando a grupos nacionais. Tais investimentos estão concentrados não em fazer usinas novas, mas em ampliar as já existentes. Portanto, há uma mudança de paradigma nessa área.</p>
<p><strong>ELO: Um dos motivos dos fracos resultados da Petrobras seria a obrigatoriedade de importar gasolina e etanol? </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> Tanto a Petrobras quanto as usinas, principalmente as que trabalham com etanol, estão engessadas porque o governo mantém estabilizado o preço da gasolina, e isso implica controlar o preço do etanol, que deveria ser regulado pelo mercado. Ele mantém uma correlação muito importante com o preço do açúcar: o usineiro decide se vai fazer etanol ou açúcar dependendo da remuneração de cada um. O preço do etanol engessado afugenta o produtor. Ao contrário do que se imagina, as usinas não estão produzindo mais açúcar – elas nem têm capacidade para isso. Elas produziram menos açúcar e uma quantidade ainda menor de etanol.</p>
<p><strong>ELO: A produção do etanol também depende da produtividade da cana? </strong><br />
<strong>Carlos:</strong> Sem dúvida. A produtividade da cana, antes de mais nada, depende dos açúcares totais apresentados pela cana. O clima também interfere – e nós tivemos tanto geadas quanto estiagem no ano passado. Portanto, a produtividade dos canaviais caiu, e isso significa mais um item na relação de causas da queda da produção de Açucar e de etanol.</p>
<p><strong>ELO: O governo deve lançar um pacote de incentivo para os produtores, não?  </strong><br />
<strong>Carlos: </strong>Essas medidas já vêm sendo estudadas há alguns meses. Vem aí um pacote de incentivo à produção de etanol. O governo quer recuperar os índices de crescimento dos anos 2000 e que estagnaram em 2009. Para isso é preciso regular melhor o mercado. O governo vai exigir que as usinas mantenham estoques de etanol durante a entressafra para evitar picos de preço e a inviabilidade do produto durante vários meses em inúmeros Estados. Algumas das medidas talvez deem certo, outras não, porque o etanol depende do preço do açúcar. Por mais que se façam manobras, o etanol continua sendo uma commodity relacionada ao preço do açúcar – que hoje, no mercado internacional, está muito valorizado. O consumo do açúcar tem crescido em razão do aumento do consumo nos países emergentes.</p>
<p><strong>ELO: E quais as perspectivas para 2012?  </strong><br />
<strong>Carlos: </strong>São boas em termos de preço, mas não em termos de produção, que não terá incremen- to expressivo. Etanol, açúcar e cana terão um incremento tímido de 3% de produção se nada der errado em termos de clima. Uma recuperação mais acentuada, mais intensa, da cana vai acontecer a partir do ciclo 2013/2014.</p>
<p><strong>ELO: Se a frota de veículos flex continuar a crescer… </strong><br />
<strong>Carlos: </strong> Vai usar gasolina. Calcula-se que nosso setor sucroalcooleiro conseguiu atender em torno de 45% da demanda potencial total de etanol da frota flex. Ou seja, só metade do potencial da frota flex está sendo aproveitada pelo setor no Brasil, porque não temos etanol. É uma questão matemática. Passamos por um período de vacas magras no investimento: tivemos a abertura de apenas 15 usinas nos últimos três anos, mesmo anunciando a abertura de 20 ou 25 usinas por ano no país. Então o foco mudou: menos usinas novas estão sendo construídas, mais usinas vêm sendo ampliadas. Os investimentos estão direcionados para ampliar a produção do etanol anidro, o que vai misturado à gasolina. Isso mostra que o usineiro também está atento à limitação e procura ampliar sua capacidade produtiva do etanol que se adiciona à gasolina, combustível que será mais utilizado. Pelo menos a curto e a médio prazos, enquanto não se tem aumento da oferta a ponto de tornar o etanol hidratado mais competitivo. </p>
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		<title>MDPOWER</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MDPower obtém certificação Em maio de 2012, a empresa torna-se referência de treinamento da Perkins para a América Latina Criada em 2006 na capital paulista para oferecer suporte aos produtos da inglesa Perkins em todo o país, a MDPower contará, a partir de maio de 2012, com a qualificação para conduzir todo e qualquer curso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>MDPower obtém certificação</h3>
<h4>Em maio de 2012, a empresa torna-se referência de treinamento da Perkins para a América Latina </h4>
<p>Criada em 2006 na capital paulista para oferecer suporte aos produtos da inglesa Perkins em todo o país, a MDPower contará, a partir de maio de 2012, com a qualificação para conduzir todo e qualquer curso de treinamento e de reciclagem da linha de motores para a América Latina. </p>
<p>A inauguração da sede como Regional Training Center será feita por um treinador especializado da Inglaterra, que testará os recursos, o material e também será o responsável pelo controle de qualidade do treinamento nesta fase. “Como os motores Perkins são cada vez mais procurados principalmente pela qualidade do pós-venda, esses cursos são tratados com muito zelo pela sede inglesa”, explica Giovani Celeghini, engenheiro de serviços responsável pelos treinamentos. </p>
<p>O profissional viajou três vezes ao Peru, até agora o único país a sediar um Regional Training Center, para fazer o treinamento antes de aplicá-lo no Brasil: só em 2011 foram capacitadas 14 empresas para ministrar o curso de pós-venda. De acordo com Celeghini, há uma real demanda na América Latina por mais centros de treinamento. “Como o nosso já tinha renome, há a expectativa de treinarmos pessoas da região sul da América Latina, especialmente do Uruguai, Chile e Argentina.” Na prática, além do maior reconhecimento como o segundo centro na região com tal certificado, a MDPower deve ampliar o alcance dos cursos e ainda ganhar mais clientes. </p>
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