Hexágono faz obras na Casa de Pedra
Empresa mineira executa serviços de drenagem na mina da Companhia Siderúrgica Nacional
Duas décadas no mercado e um extraordinário crescimento de 1.000% nos últimos oito anos credenciam a Hexágono Engenharia a assumir
projetos de grande porte, o que tem levado a empresa mineira a buscar uma frota de equipamentos mais robusta, eficiente e com melhor custo-benefício.
No final do ano passado, a companhia venceu a concorrência das obras de drenagem e operação e manutenção do lençol freático e adutoras da Mina de Casa de Pedra, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), situada na cidade de Congonhas/MG. A capacidade produtiva da mina fica em torno de 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
Para realizar o trabalho, a Hexágono necessitava de escavadeiras, pás carregadeiras e tratores de esteiras. “Nossa atuação na Casa de Pedra é contínua, realizada à medida que a mina vai se desenvolvendo. Avaliamos as demandas a longo prazo e quais seriam as máquinas que atenderiam ao que a empresa precisava”, explica o diretor da Hexágono, José Augusto da Silva.
Com essas exigências, a empresa decidiu adquirir cinco equipamentos: duas escavadeiras 323DL ME e 324DL ME, um trator de esteiras D6T e duas pás carregadeiras de rodas 938H. As máquinas foram incorpora- das à frota da Hexágono entre outubro e dezembro do ano passado.
O trator de esteiras D6T está sendo usado na abertura de acessos para o trabalho de manutenção do lençol freático. As escavadeiras e carregadeiras, por sua vez, atuam nas obras de drenagem. Segundo José Augusto, estes primeiros meses na obra estão comprovando que a empresa fez a escolha certa.
“Já fizemos obras de drenagem antes, mas de for- ma permanente é a primeira vez. É um grande desafio, principalmente porque começamos no período de chuvas, o que acaba dificultando muito o andamento do trabalho”, avalia o diretor. “Estamos nos saindo muito bem, e as máquinas têm nos ajudado demais. Elas rendem bem e não nos deram problema algum.” José Augusto destaca outro fator determinante da escolha das máquinas para o trabalho na Casa de Pedra: a qualidade do pós-venda e a assistência técnica rápida e fácil.
Ele explica que foram acertados três tipos de contratos entre Hexágono e Sotreq. O Maqlink realiza o monitoramento remoto por satélite, que garante o acompanhamento on-line da produtividade da má- quina, além de produzir relatórios de desempenho e de consumo de combustível (veja reportagem nesta edição). O contrato de gestão de fluidos possibilita a análise de óleo a cada 250 horas de uso, podendo detectar eventuais problemas antes mesmo que eles ocorram. Por fim, o Maqextra dá proteção extra para o trem de força até 36 meses ou 5 mil horas de uso, o que ocorrer primeiro. “Essas três ferramentas dão cobertura a uma preocupação do cliente, que é assegurar disponibilidade mecânica mais alta dos equipamentos”, comenta Antonio Lage, representante multiproduto que atende à Hexágono.




