Biogás

Biogás

Olá, Ouvintes! O assunto de hoje deste episódio do “Sotreq na Escuta” é o Biogás! E quando falamos de biogás, estamos falando de energia renovável, de fonte alternativa para os combustíveis fósseis e, portanto, de um mundo com menos poluição. Falar em biogás, no entanto, é falar em sustentabilidade, assunto cada vez mais em pauta nos dias de hoje. 

O biogás é obtido por aproveitamento, sejam eles da agroindústria, como do processamento da cana de açúcar, sejam de aterros sanitários, de estações de tratamento de efluentes ou dos dejetos provenientes do cultivo de animais. Neste setor, aliás, a Sotreq é pioneira no Brasil, com a implantação dos primeiros geradores para a produção de energia. 

O gás metano, principal componente presente no biogás, é mais poluente que o CO², portanto, se não for aproveitado da melhor maneira possível, teremos mais poluição. Além disso, o biogás tem um excelente potencial de conversão em energia. Não utilizá-lo seria um grande desperdício. É como se queimássemos todas as reservas de gás natural não utilizadas. 

Mas, felizmente, o Brasil começa a acordar para essa realidade da bioenergia, mais barata, sustentável e amplamente desenvolvida em países mais desenvolvidos e com muito menos potencial que o Brasil. Atualmente, o país conta com pouco mais de 500 plantas de usinas em operação, que produziram 1,3 bilhão de metros cúbicos de biogás em 2019. Mas especialistas garantem que a capacidade do Brasil é de 84 bilhões de litros cúbicos por ano. Ou seja, ainda tem muito a ser produzido neste setor. 

Consistentemente, novos projetos já estão sendo implementados, sendo os aterros ainda em maior volume. Porém, o potencial de cogeração à biogás provenientes da vinhaça, rejeito do processo de produção do etanol, é enorme. A estimativa de desenvolvimento de projetos nesta área e também em saneamento é de cerca de R$ 700 milhões. 

As usinas podem optar pela produção de energia, bem como o biometano, que é o gás natural veicular. Com toda a capacidade produtiva do Brasil, o biometano poderia ser o substituto para 45 bilhões de litros de diesel, o equivalente a 35% do consumo nacional. 

Já em relação à energia, a capacidade é para gerar 190 mil GWh/ano a partir do biogás. Isso equivale a 20% do consumo nacional. A usina produziria energia para atender à sua própria demanda e o excedente pode ser vendido no mercado livre ou em leilões de energia para o mercado cativo. 

Com este mercado já regulamentado, o biogás agora pode participar de leilões, o que não era possível há cinco anos. E o biogás também gera uma boa pontuação para a agroindústria, dentro do Renovabio, o programa do Governo Federal que estimula investimentos na cadeia produtiva no setor sucroalcooleiro. Isso significa que o governo recompensa a usina que emitir menos poluentes. 

Então, o biogás é ou não um bom negócio para todo mundo??!! Movimenta a economia, gera empregos... Mas o principal beneficiado é o meio ambiente e, com isso, todo mundo sai ganhando: O Brasil e o mundo! Um dos exemplos aqui comentado é a conversão da vinhaça, subproduto do etanol, em biogás e, a partir daí, em energia limpa e renovável. Muito melhor do que ser lançada indiscriminadamente nos canaviais, aumentando o risco de contaminação de lençóis freáticos e proliferação da mosca de chifre, grande vilã da bovinocultura. 

E a Sotreq está pronta para atender aos seus projetos, de qualquer porte, para geração e cogeração com biogás. São geradores e tecnologia para várias aplicações, e agora também com a linha de produtos fabricados na Alemanha! Acesse https://sotreq.com.br e saiba como o seu negócio pode ser mais produtivo, rentável e ainda contribuir, e muito, para um mundo mais sustentável. 

Hoje, ficamos por aqui! Até o próximo!

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